Livros Publicados

ACOMPANHE O HISTÓRICO DA EDITORA

  1. O PRIMEIRO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Encontrar...Encontrar-se - capa.

SLEUTJES, Maria Helena; AYALA, Marcelo.     Encontrar… Encontrar-se.    Juiz de Fora: Gryphon, 2013.

Este livro tem uma história bem interessante. Nasceu em 2005, lá no Recanto das Letras e depois cumpriu uma trajetória inusitada nos intertextos trocados entre eu e o poeta Marcelo Ayala.

O livro conta uma história de amor através de versos femininos e masculinos, com tudo o que o romance tem de busca, incerteza, desencontro e total realização.

Contou com a participação especial do poeta Carlos Rodolfo Stopa, como revisor geral, o que é uma grande honra.

A capa e projeto gráfico são de Marcos Silva e possui formato e acabamentos fora dos padrões usuais. A impressão está a cargo da Juizforana Gráfica e Editora e em breve vai ser lançado em Juiz de Fora/MG.

O livro também se faz acompanhar de dois belíssimos prefácios de um casal de artistas incríveis, donos do Atelier Vivart ( um prefácio feminino e um prefácio masculino), e uma grata surpresa para os leitores na última página.

encontrar1

ENCONTRAR…ENCONTRAR-SE – COMENTÁRIO DE LÁZARA PAPANDREA

A poeta Lázara Papandrea, me honrou com este comentário sobre o Encontrar… Encontrar-se, que está saindo do forno e que é o livro de estreia da Gryphon Edições.

Ela disse:
“Em ” Encontrar… Encontrar-se” Maria Helena Sleutjes e Marcelo Ayala estão parados no porto dos seus desejos reprimidos ou inatingidos e desse porto buscam as possibilidades de um amor. Sabem que o porto é encontro e desencontro, chegada e partida, e fazem dele um ponto de encanto entre a razão e a desrazão, entre o sonho e a ilusão do próprio sonho, entre o desejo e a busca, e assim rebuscam de beleza a tarde interior. Chamam pelo amor, clamam pelo amor, e ele não se faz de rogado! este é um belo livro de ternuras ….”

Encontrar2

ENCONTRAR…ENCONTRAR-SE – COMENTÁRIO DE LUIZ ALMEIDA

O escritor Luiz Almeida no perfeito entendimento dos propósitos e motivações deste livro, me presenteou com este belo e comovente comentário.

Encontrar? encontrar-se.

Encontrar: voo errante na direção do ?outro?, que construirá, das mãos dadas, o mistério sublime da existência.

Encontrar-se: mergulho no abismo do ser, onde se descobre a grandeza do insignificante.

Encontrar? encontrar-se, é um diário de bordo. Há um banco de jardim, posto no Infinito. Para lá se dirigem os amantes, ela e ele.

Encontrar-se-ão?

Têm um longo e atribulado caminho a percorrer. Primeiro, ainda atados a suas precárias realidades, defrontam a dúvida, o medo, a ansiedade, e, com esses sentimentos ao derredor, é que aprontam as provisões de afeto, as prendas de ouro e pele, os cantis de assombro e embriaguez.

Agora, já estão no cais, justo fio de navalha: de um lado, terra, casa, solidão; do outro, mar, incerteza, amplidão.
Depois, partem. São de versos os mares, de poesia as vagas profundas, de encanto o vento nas velas.

Então, separados pelo oceano infindo, um hemisfério inteiro por travessia, vindos de universos incompreensíveis, eles se falam, falam a mesma língua, se adulam, se acariciam. Ele, em cores fortes, gestos largos, impetuoso e solar. Ela, delicada, regaço e aconchego, prata e luar.

Os poemas vão e vêm. Emissários alados, fâmulos das musas, imobilizam o tempo para que, entre eles, num instante que seja, se faça a eternidade. E tão luminosos são os versos, tão encantados os dizeres, que também nós, famintos de amor, nos entregamos aos caprichos da radiosa primavera que desponta.

Sim, essa é uma odisseia amorosa, em que os deuses comprazem num encontro para além das meras possibilidades humanas, quando o ?eu? e o ?outro? são obra da mais genuína criação poética.

Luiz Almeida

Fotos do lançamento na Livraria Liverdade – JF/MG

1619311_643957835664561_1541655475_n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

================================================================================================

 

2 – O SEGUNDO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

MARTINS,Fernando; MAKLA, Beatriz, org. Poemetria. Juiz de Fora: Gryphon, 2013.

POEMETRIA é o segundo livro da Gryphon Edições. Composto por poemas sobre as figuras geométricas, criados por 189 alunos do Curso fundamental do Colégio Santa Catarina (JF).

Organizado pelos professores Fernando Martins e Beatriz Makla, foi privilegiado com capa do admirado artista plástico Gerson Guedes.

No prefácio, os organizadores iniciam o texto com este incrível pensamento de Manoel de Barros: ” A reta não sonha”.

Que felicidade poder editar um livro como este!!!

 

fERNANDO 1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

=============================================================================== ===============

 

3.  O TERCEIRO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

É um livro didático e de autoria do meu filho LUCIO SLEUTJES – GUIA DE ANATOMIA HUMANA.

Projeto gráfico de Marcos Silva e impressão da Juizforana Gráfica e Editora

lUX 3

 

Lucio é um professor muito querido pelos alunos, nas fotos abaixo, que fazem  parte do livro, aí está o autor com seus alunos:

lUX 1

 

lUX 2

 

 

 

 

 

 

 

 

Este livro é belíssimo, formato, capa e conteúdo.

 

 

================================================================================================

4. O QUARTO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Este é um verdadeiro mimo.  De autoria de Cecy Barbosa Campos, um livro de poetrix chamado CALEIDOSCÓPIO. Com projeto gráfico e capa de Marcos Silva. Impressão da Juizforana Gráfica e Editora

CECY3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nazaré Laroca escreveu a quarta capa que diz:

CECY 1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eu tive a honra de fazer a apresentação do livro:

APRESENTAÇÃO

Este livro existe dentro do movimento que dá cores a vida. Aquele que está disponível a todos, todos os dias, mas nem sempre se alcança.

Este livro existe dentro do olhar que denuncia os detalhes, aqueles que passam despercebidos pela maioria.

Este livro existe dentro das interjeições que permeiam o tempo de espanto e beleza.

Você pode lê-lo de frente para trás, de trás para frente, começar pelo meio, virá-lo de ponta-cabeça…

Você poderá saboreá-lo em doses massivas, em doses homeopáticas, do jeito que quiser. Ele lhe permite esta liberdade!

Se você algum dia se encantou com as cores e formas de um caleidoscópio, vai amar este livro. Nele, Cecy Campos, reuniu 165 poetrix e os colocou num jardim e nos convida a abrir a janela e deixar a vida fluir!

Maria Helena Sleutjes

 

 

===============================================================================================

5. O QUINTO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

LUIZ11

 

O belíssimo romance de   Luiz Almeida  – O MAR NO VIDRO – editado em parceria com a  FUNALFA. Um livro de 478 páginas, Otendo  a capa de Marcos Silva, diagramação de Ana Loureiro  e impressão de  da Juizforana Gráfica e Editora.

O lançamento promovido pelo autor foi um momento muito marcante.

A Gryphon Edições em parceria com a Funalfa, tem o grande prazer de apresentar o romance “O MAR NO VIDRO” de autoria de Luiz Almeida, cujo lançamento se realizou no dia 26 de junho, no Centro Cultural Bernardo Mascarenhas. Encontro literário organizado pelo autor que contou com a participação de Lázara Papandrea , Wandeley Luiz de Oliveira e Ana Miranda, integrantes do Grupo Café com Poesia ( e Arte), além da presença de diversos escritores, poetas, amigos e convidados do escritor.

 

LUIZ 1

LUIZ 8

 

 

 

 

 

 

 

 

Enquanto as pessoas iam chegando, o músico Luciano Baptista, através do seu violão e gaita, criava o clima de harmonia e descontração que permeou todo o encontro.

LUIZ 7

 

A solenidade se iniciou com as palavras de poetisa Lázara Papandrea:

Senhotra e senhores, boa noite!
Sejam bem-vindos a esse encontro para o lançamento do romance O MAR NO VIDRO, do autor LUIZ ALMEIDA, nosso companheiro de encontros literários.

Agradecemos a presença de todos que aqui vieram prestigiar este evento.

O romance O MAR NO VIDRO é resultado de uma parceria do Selo Editorial Gryphon Edições e Funalda, por meio da Lei Murilo Mendes de Incentivo à Cultura.

A GRYPHON, jovem editora, é uma empresa já vitoriosa, da nossa querida escritora, poetisa, Maria Helena Sleutjes, conhecida de todos nós pela dedicação ímpar à cultura de nossa cidade.

Realizaremos aqui, neste auditório, uma singela apresentação inicial do livroe, posteriormente, nas salas anexas, será entregue pelo escritor Luiz Almeida um exemplar autografado do romance a cada um dos senhores e senhoras presentes.
Neste momento, então, será oferecido um coquetel para celebrarmos essa que foi uma obra ansiosamente esperada por todos nós.

Continuando, Lázara disse:

desde o primeiro momento, idealizamos esta solenidade como mais um dos encontros literários, dentro do projeto Café com Poesia ( e Arte), criação de Maria Helena Sleutjes, já no seu quinto ano de profícua existência, atualmente sob a coordenação da nossa querida leila Barbosa, aqui presente, e conta também com a minha participação.
Estamos portanto entre amigos, amigos das letras, quando essa paixão literária nos reúne numa atmosfera informal de alegre encantamento.

Neste momento, Lázara convidou o poeta e escritor Wanderley de Oliveira, presidente da Associação de Cultura Luso-brasileira, que nos apresentará o primeiro exemplar do livro impresso, que ficará aqui na frente, fazendo-nos companhia, objeto de desejo, que logo todos nós teremos em mãos.

Obrigada ao Wanderley, presença sempre simpática nos nossos encontros, pela gentileza de nos trazer o livro.
Então agora, convido a editora Maria Helena Sleutjes e o autor Luiz Almeida para a apresentação de seu romance.

Nossa amiga Graça Julião, perguntou ao Luiz Almeida se haveria uma música que ele julgasse, de alguma forma, representar seu romance (…)Mas ele não titubeou em escolher uma letra musical que, a seu modo de pensar, poderia ser eleita como que uma epígrafe do romance (…) Convido então, nossa querida Ana Miranda que nos recitará a letra dessa bela canção de Chico Buarque, “A moça do sonho”.

 

A Moça do Sonho

Chico Buarque

Súbito me encantou
A moça em contraluz
Arrisquei perguntar: quem és?
Mas fraquejou a voz
Sem jeito eu lhe pegava as mãos
Como quem desatasse um nó
Soprei seu rosto sem pensar
E o rosto se desfez em pó

Por encanto voltou
Cantando a meia voz
Súbito perguntei: quem és?
Mas oscilou a luz
Fugia devagar de mim
E quando a segurei, gemeu
O seu vestido se partiu
E o rosto já não era o seu

Há de haver algum lugar
Um confuso casarão
Onde os sonhos serão reais
E a vida não
Por ali reinaria meu bem
Com seus risos, seus ais, sua tez
E uma cama onde à noite
Sonhasse comigo
Talvez

Um lugar deve existir
Uma espécie de bazar
Onde os sonhos extraviados
Vão parar
Entre escadas que fogem dos pés
E relógios que rodam pra trás
Se eu pudesse encontrar meu amor
Não voltava
Jamais

 

Então, Lázara prosseguiu: passo a palavra ao escritor Luiz Almeida, que nos falará um pouco sobre seu livro:

“Este livro, o romance, O mar no vidro, é obra de Ficção. Pode parecer que aponto, de início, uma característica negativa, pois o que é Ficção não é real, não é verdade, e menos crédito merece. Entretanto, considero, ao contrário, que Ficção é mais do que realidade, mais do que história verdadeira. As avenidas da Ficção são mais largas, mais caudalosos os seus rios, mais amplos os horizontes de seus mares. A realidade exige a lógica dos episódios tantas vezes sem lógica. Exige adereços convincentes, gente de carne e osso andando pelas ruas, na pressa da vida, trabalhando, conquistando, perdendo, amando, matando – enfim, conjugando seus múltiplos verbos de ser.

Já a Ficção se faz sobre a concretude da realidade, às vezes sobre seus escombros, outras vezes sobre suas glórias. Certo, não haveria Ficção se não houvesse realidade: mentes pensando, corações palpitando, braços e pernas movendo-se no correr das ações humanas. A Ficção, porém, vem depois dos feitos humanos, de grandeza ou mesquinhez.

Como a luz que incide sobre as águas, quer límpidas, quer turvas, a Ficção passa ao largo das contingências existenciais. Seus protagonistas, bem ao contrário dos homens, são tecidos de uma liberdade tão radical que nada os destrói; mesmo após a morte, se são autênticos, restarão imortalizados.

Cada vez que o livro for aberto, lá estarão eles, prontos para seguir, de novo,o destino que lhes foi prescrito. Mesmo quando lhes surpreende a morte, no curso da narrativa, não é o fim peremptório que conhecemos e tememos. Mil juventudes podem eles desfrutar, se mil vezes recomeçamos sua história.

A Ficção, portanto, é o engenho humano capaz de criar muito além das possibilidades de criação real. Nela, todas as arquiteturas se equilibram de pé, ainda que lhes falte o prumo das obras sólidas. Ela está para a literatura assim como a perspectiva está para a pintura. No desenho de uma paisagem, a estrada que se afunila até sumir-se no ponto de fuga é tão real a nossos olhos, ela como que nos incita a percorrê-la indefinidamente, repleta de surpresas na sua trajetória infinita. A tosca falsidade da perspectiva não nos inibe a admiração, o encantamento de penetrar sua falsa profundidade, a risível transcendência de sair de nós mesmos, do nosso sólido referencial, para mergulhar na fantasia de seus artifícios. Não é, assim, a pintura que nos afeta, mas nós é que nos entregamos de bom grado aos seus afetos.

Também a Ficção nos oferece a outra face, a outra face da realidade, nos ilude com a promessa de que tudo é falso, desarmando nossas defesas, burlando a Grande Censura que, noite e dia, nos policia, ferozmente, o pensamento.

Conduzidos pela Ficção, consentindo em seus malabarismos, somos levados ao encontro da realidade que não julgávamos nossa, a memória nos trai, nos traz tempos perdidos, fantasmas adormecidos, vivências soterradas pelo peso das horas longas. Hábil jogo de lentes, a Ficção amplia e reduzas imagens que nos revela, revela-nos, agigantados na nossa pequenez,apequenados na nossa arrogância. Diverte-se conosco, verso e reverso, reconstrói nossa história pessoal; mal nos reconhecemos sob véus tão sutis.

Assim, por meio da Ficção, podemos algo que na realidade sempre nos escapa: retomar as pontas soltas da vida. Trilhar caminhos abandonados, reconstruir a casa em ruínas, dar cordas num velho relógio parado num tempo remoto; enfim, voar, nas asas da fantasia, aos paraísos perdidos na névoa do esquecimento.

Quão repulsiva seria a revelação da realidade nua e crua! Não caberia nos olhos a certeza dos gestos frios, dos golpes gratuitos, dos saques selvagens. Decididamente, a realidade precisa da Ficção, dos seus punhos de renda, das suas mutações dialéticas, das suas cores cambiantes.

Uma segunda questão – de onde vem este romance – não possui uma resposta inequívoca. Na verdade, vocês verão uma incerteza no ponto de partida da narrativa. Podemos falar de uma origem imediata, uma urgência,que é marca da vulnerabilidade do escritor, sua necessidade, talvez compulsão,de ter de contar logo sua história, antes que o Grande Tempo o engolfe em suas dobras plásticas. Essa origem tem pouco valor, porque, sendo quase uma idiossincrasia, é estreita nos seus limites.

Mas podemos falar também de uma origem remota, essa sim! tem sua grandeza na própria trajetória humana, na qual origem e destino se esgarçam num sentido fértil, a ponto de brindar-nos com o sabor do infindo, do insondável, tão longe restam suas raízes, tão distante podemos imaginar o alcance de seus tentáculos. Aqui, então, os versos do grande poeta Fernando Pessoa pudessem sintetizar nosso argumento. Diz ele:

Todo começo é involuntário. Deus é o agente.

Por fim, devemos enfrentar a questão mais árdua: que ideias professa este romance? Estarão essas ideias à altura da casa onde buscam ressonância? Para garantir um mínimo de honestidade na devida resposta, argumentamos em duas direções que se distinguem apenas quanto ao ponto de partida. Primeiro, devemos dizer que o herói, o protagonista, desta narrativa filia-se a uma tradição literária que nos deu grandes realizações estéticas. É ele o tipo do herói ingênuo, se assim pudermos designá-lo, ingênuo no sentido específico de não compactuar com a ordem vigente no mundo em que transita. Ingênuo, no sentido de uma inocência arraigada na convicção da grandeza da vida humana, inocência apaixonada pela vida e, por conseguinte, fixada nos valores supremos da solidariedade, da liberdade e da igualdade. Um mundo a construir-se, portanto. Assim, esse herói, quixotesco sem dúvida, afasta-se em essência do herói épico, vencedor e vitorioso. O herói ingênuo não vence as batalhas seculares, porque rejeita lançar mão das armas que, precipuamente, desacreditam seus ideais. Sua vitória reside exatamente em suas derrotas, na renúncia ao sucesso a qualquer preço. Para ele, a vitória não pode ser conquistada sobre cadáveres, quase sempre do smais desvalidos. Herói na contramão da sociedade competitiva, erguida sobrevalores flexíveis e oportunistas, em que a verdade é argumento anacrônico e passadista. Herói cujas vértebras não são o sucesso, a riqueza, o poder e a glória. Esses valores, tão cobiçados pelo homem contemporâneo, não o representam nem o seduzem. Herói, sem dúvida alguma, incômodo,incompreendido, inconveniente. Mas nem por isso, um herói apático,silencioso, misantropo, que se furta à luta. Herói, por fim, que larga na sua trajetória de vida um rastro de luz e esperança: outros seguirão seus passos, empunharão as antigas bandeiras para a conquista de um mundo justo, por mais frágil que venha se mostrando essa utopia ao longo dos séculos.

Numa segunda direção, diremos que as ideias que permeiam este romance decorrem da tradição literária ocidental. Por mais que busquemos singularidades e inovações, estilo próprio, refiguração da palavra, o punho do escritor quanto mais livre mais se engaja nas linhas de força que a herança literária, ao correr das gerações, decidiu por ideal.

Assim, a pretensa originalidade do autor, quando não sua excentricidade, não autoriza a renegar influências diretas ou remotas. As primeiras palavras que ouvimos, quando ainda nada nos significavam além deuma insólita melodia, como não sentir-se herdeiro da linguagem própria de uma época e de uma gente? Cito de novo o poeta português, Grande Pessoa, num dos seus poemas mais inspirados, nos ensina o valor da herança literária.

Diz ele: Julguei ser meu o que era meu. Eu também poderia pensar que é meu o que era meu. Mas não era meu,absolutamente meu. Já veio de outras mentes, de outros corações, moldando-se nos embates, seixos rolados, polindo e sendo polidos, aprendendo e ensinando – ouço a voz distante do meu avô e, nela, reconheço o eco daminha própria voz.

Refiro-me, agora, ao mais importante: àqueles cuja contribuição a este romance não pode ser estimada, e qualquer agradecimento, ainda que eloquente, se mostraria falho e artificial. Imagino que em toda construção configura-se uma dívida impagável. Aqueles, mãos anônimas, que, tantas vezes com resignação e generosidade, ajudaram a cavar os alicerces, erguer as paredes, coroar as abóbadas.

O primeiro e grande agradecimento pela realização deste livro, dirijo-o a minha mulher, Fernanda, aqui presente, que soube como ninguém suportar, anos a fio, o grande silêncio no qual mergulhei, lagoa sombria, águas sempre

revoltas.

Agradeço imensamente a pessoas, algumas poucas, que leram, em algum momento, os originais, e cujo incentivo foi decisivo para continuar,continuar, continuar, sem saber se haveria um fim. Menciono a escritora Rachel Jardim, juiz-forana ilustre, orgulho das letras brasileiras; Diva Maria Braga; Moshe Waldmann; Ana Teresa Jardim; Sônia Furtado Graça.

Aqui presente, encontra-se uma dessas pessoas amigas, Maria Diva Boechat, poetisa de versos sofisticados e de fina elegância, que fez do meu livro uma leitura obviamente generosa, mas também inteligente, dando-me sugestões valiosas bem à altura do seu fino gosto literário.

Agradeço a outra nobre poetisa da nossa cidade, Lázara Papandrea, conhecida de todos nós, que aqui está nos dando a honra de conduzir nosso encontro, reconhecida pela sua densa e preciosa obra poética. Aqui, devomencionar algo que muito me emociona. Lázara concedeu-me o privilégio de prefaciar este romance. Um prefácio, todos sabemos, tem muito de convencional e, muitas vezes, de artificial, quando não de simplesmente dispensável. Acontece que, neste romance, o prefácio de Lázara, uma pequena página no início de uma narrativa de quase 500 páginas, se revela, na verdade, como uma gigantesca explosão poética, que enobrece sobremaneira minha modesta obra.

Agradeço à escritora Maria Amorim, que não apenas leu os originais, intimando-me a prosseguir como também deu suas palavras gentis para a construção da quarta capa do romance. Ela que é uma escritora de méritos incomuns, pela delicadeza e inteligência de seu texto, soube encontrar qualidades neste romance, quando ainda se esboçavam os capítulos iniciais. Sem aqueles primeiros incentivos vindos dela, eu não teria enfrentado toda aconturbada aventura de escrever este livro.

Agradeço a Bruno Defilippo Horta, meu último revisor, pela sua grande contribuição.

Agradeço aos amigos e amigas que estão ajudando na realização deste evento, José Olavo, Helaine, Graça, Ana Miranda, Angelina Nardy, Luciano Batista, abrilhantando nosso encontro com suas encantadoras presenças.

Agradeço à FUNALFA, na pessoa de seu superintendente, Antônio Carlos Siqueira Dutra, e à Fernanda Amaral, secretária da Lei Murilo Mendes, pela oportunidade que essa instituição me concedeu de viabilizar este projeto. Sempre será pouco nosso reconhecimento à Lei Murilo Mendes de Incentivoà Cultura pelas muitas e valiosas realizações que tem viabilizado ao longo dos anos.

Agradeço ao Centro Cultural Bernardo Mascarenhas pelo espaço que nos permitiu esta gratificante reunião.

Tantas foram as intempéries, os dilúvios, os cataclismos, os desencontros, as separações, as despedidas, que o horizonte perde a luminosidade dourada daquela distante manhã da nossa infância, fincada bem no centro de um grande campo de girassóis de Van Gogh. As cores do poente põem-se a desmanchar nas sombras da noite. Tudo tão sabido, datado, linóleo pisado ao longo das décadas e das decepções, calendário desbotado de um ano distante,esquecido na parede, um velho barco a caminho do derradeiro cais. Mas a vida é feita muito mais de surpresas do que de certezas. Foi assim, de surpresa, que encontrei Maria Helena Sleutjes, com a serenidade acolhedorados seus olhos azuis. Professora universitária, escritora, poetisa, fundadora doSelo Editorial Gryphon, dedicado a obras especiais, mas sobretudo uma pessoa em que o dinamismo e a generosidade se combinam de forma a conceder-nos, com a sua amizade, obséquios de que, verdadeiramente, não nos julgamos merecedores. Numa tarde, há quase dois anos, encontrei Maria Helena no MAMM, Murilo Mendes entre nós. Entreguei-lhe, cheio de esperança, os originais deste romance. Semanas depois, ao concluir a leitura, ela me disse: “Vamos publicá-lo!” Daquela decisão ao dia de hoje, ela empreendeu uma verdadeira batalha, superando inúmeros pequenos e grandesobstáculos. Até mesmo quando eu quis desistir, ela, solidária e compreensiva, deu-me novo ânimo. Sim, não é tarefa para amadores publicar um livro. Toda uma sofisticada logística tem de ser posta em prática até este momento em que, finalmente, alcançamos este sonho. Assim, tenho de dizer a todos aqu ipresentes que, se este livro, hoje, se materializa, o devemos ao idealismo, à dedicação, à inteligência e profissionalismo de Maria Helena Sleutjes. Mas que meu, este livro é teu, Maria Helena! Teu, pelo entusiasmo que você, desde o início, lhe dedicou! Teu, porque um sonho não se realiza apenas na placidez do sono, mas no enfrentamento dos dias hostis! Teu, porque ele, um maço de páginas esquecidas numa velha gaveta, Ígaro abandonado no seu labirinto,você lhe deu asas, permitiu-lhe o voo para a luz, que, neste momento, todos podemos, agradecidos, presenciar.

O poeta Moacyr Félix nos fala, em versos memoráveis, da expectativade colher, ao fim de tudo, o tempo como o som de um grão de areia, mas que esse grão de areia tenha sido de uma casa ou ponte, jamais de um deserto.

Tomo de empréstimo essa profunda inspiração poética para lançar aoredemoinho do tempo este modesto romance como um minúsculo grão deareia, mas que ele possua o espírito da obra humana, de uma casa ou ponte, enão do vazio deserto.

Muito obrigado a todos!”

Continuando, Lázara apresentou o poema de Fernando Pessoa sobre o qual Luiz de Almeida fez referência em sua fala:

Não meu, não meu é quanto escrevo.
A quem o devo?
De quem sou o arauto nado?
Por que, enganado,
julguei ser meu o que era meu?
Que outro mo deu?
Mas, seja como for, se a sorte
for eu ser morte
de uma outra vida que em mim vive,
eu, o que estive
em ilusão roda esta vida
aparecida,
sou grato ao que do pó que sou
me levantou.
(E me fez nuvem um momento
de pensamento).
Ao de quem sou, erguido pó,
símbolo só.

Também foi citado pelo escritor um poema de Moacyr Felix. E para recitar este magistral poema, foi convidada a poetisa Angelina Nardy.

 

Destino. Que é o destino? Que fazer
contra estas sombras íntimas, tão minhas
como o tecido esquivo de mim próprio
preso em meus ossos, latejando um ser
de asas de sal mordendo um chão de ópio?
Ah, destino, oxalá não haja enganos
quando chegar nas pontas dessa teia
de gastos gestos lentos costurados
com o arame triste desses muitos anos!

Quando parar, no tempo, esta alma cheia
de escolhas acabadas, rosa quieta
a desmanchar-se em desenhados ventos,
ah, vida, não me vença a noite alerta
atrás do abismo
e que os abismos incendeia:
deixa eu colher no rosto um rosto certo
do tempo irreversível, som de areia
que já foi casa ou ponte, e não deserto …

Moacyr Félix

A seguir o escritor Luiz Almeida fez a entrega do primeiro exemplar do romance a mim.

 

LUIZ 9

LUIZ 2

 

 

 

 

 

 

Logo após, foi-me dada a palavra e então, eu disse:

“É uma grande satisfação estar aqui hoje, não só como editor de O MAR NO VIDRO, o que é muito, e também não só como colega do Luiz na formação em psicanálise, o que é um grande prazer, e não só como colega do Luiz no Grupo Café com Poesia ( e Arte), o que é também uma alegria, mas sobretudo, como leitora de seu livro.

Este é um livro que faz jus ao nome porque se afirma na experiência de viver. Um viver que nem sempre é o que almejamos, mas que sempre é um ir ao encontro dos outros e de si mesmo para nascer tantas vezes quantas forem necessárias, para criar, acreditar, amar e até morrer, com a certeza de que não passamos em branco, com a certeza de que deixamos pegadas, rastros que nos identificam e nos qualificam nesta jornada.

E este é também um livro brasileiríssimo e ao mesmo tempo universal, fazendo o recorte de uma época e recompondo episódios e paisagens da nossa herança cultural como brasileiros, em seu sentir mais profundo, é cidadão do mundo. É justamente aí, neste ponto, que se reconhece um grande escritor.

Sagaz, observador, meticuloso, usando a palavra com maestria, Luiz Almeida construiu não só uma história mas um grande convite para que façamos com ele uma viagem surpreendente ao recôndito de nós mesmos, pela identificação com os personagens, lugares, emoções e vivências descritas.
Ao aceitarmos seu convite não sairemos ilesos, porque será preciso um desnudamento para mergulharmos neste mar, símbolo da alma humana, na completa profundidade da caverna dos desejos, sofrer suas desilusões, alimentar suas esperanças, lutar seus conflitos e sentir a mais completa perplexidade diante da vida que tudo supera e ultrapassa.

Então, em nome da Gryphon Edições quero expressar minha gratidão e ressaltar o profissionalismo da equipe envolvida na edição do livro:
A FUNALFA através da Lei Murilo Mendes;
A poetisa Lázara Papandrea que escreveu seu belo prefácio;
Marcos silva, autor da capa;
Bruno Defilippo Horta, seu revisor;
Ana Loureiro que realizou o projeto gráfico, a diagramação e arte final;
Farlei Soares e a equipe da Juizforana Gráfica e Editora, responsáveis pela impressão.

Homenageando neste momento o escritor, gostaria de oferecer flores a sua esposa Fernanda, porque este filho também lhe pertence.

Ao escritor uma lembrança da Gryphon Edições para que ele preserve as memórias deste dia.

Para finalizar, agradecendo ao Luiz a confiança em mim depositada, e erguer um brinde:

Vida longa e sucesso para O MAR NO VIDRO! E para seu autor, muitos outros livros!”

Lázara Papandrea, fazenda uso da palavra completou:

Senhoras e senhores, encerrando, então, essa primeira parte do nosso encontro, quero agradecer mais uma vez a presença de todos, e convidá-los ao coquetel nas salas da entrada, quando Luiz Almeida fará a entrega do seu livro a cada um dos presentes.
Ficamos na dúvida de como isso poderia ser feito de forma organizada. Preferimos, entretanto, deixar que este momento transcorra dentro do espírito de congraçamento que nos une, um tanto aleatoriamente.

Esse momento, então, o Luiz insistiu para que o considerássemos como o mais importante do nosso encontro, ou seja: o livro finalmente chega às mãos do leitor.

LUIZ 10

Seguiram-se os cumprimentos e abraços:

LUIZ 6

 

LUIZ 11

 

 

 

 

 

 

 

LUIZ4

 

===============================================================================================

  1. O SEXTO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

SLEUTJES, Marinus Adrianus.    Gado leiteiro no clima tropical.   Juiz de Fora: Gryphon, 2014,

Prefaciado pelo estimado Professor Geraldo Alvim Dusi, com projeto gráfico, capa e diagramação de Ana Loureiro e impressão da Juizforana Gráfica e Editora.

LUIZ 13

 

O livro que conta a história do Gado leiteiro no Brasil, e fala de suas exigências nutricionais e climáticas, não deixa de ser didático, mas foi escrito de forma muito descontraída por um holandês apaixonado pelo Brasil.

Na noite de ontem (7-11-2014), na Univértix Matipó, aconteceu o lançamento de mais um livro da Gryphon Edições – Gado Leiteiro no clima tropical do professor Marinus Adrianus Sleutjes.

 

 

 

Seguem algumas fotos deste evento:

MARINUS 3

 

 

MARINUS 4

 

 

 

 

 

 

 

Outro lançamento aconteceu na UFRRJ. Fotos do lançamento do livro “Gado leiteiro no clima tropical” do professor Marinus Adrianus Sleutjes, ontem no Instituto de Zootecnia da UFRRJ. Linda tarde organizada pelo IZ juntamente com a Empresa Junior do Curso de Zooctenia. Queremos agradecer ao professor Alexandre Herculano, diretor do Instituto, aos professores Mauro Portela e José Bonifácio Menezes, companheiros de departamento do Marinus e grandes amigos, ao estudante Rafael e sua equipe na Empresa Junior. Foi muito especial! Com sabor de bons tempos na nossa querida Rural!

MARINUS 6

 

mARINUS 7

 

 

 

 

 

 

 

MARINUS 8

 

===============================================================================================

7. O SÉTIMO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

GOVEDICE, Célio.    Amar latitude sul.    Juiz de Fora: Gryphon, 2013.

cELIO 1

O livro é de autoria de um poeta de São Paulo chamado Célio Govedice e se intitula AMAR LATITUDE SUL. Belo trabalho lírico de grande profundidade reunindo belas imagens e muito sentimento. Com capa de Pedro Barrote, projeto gráfico de Ana Loureiro e impressão da Juizforana Gráfica e Editora.

Foi prefaciado pelo escritor LUIZ ALMEIDA:

Amar Latitude Sul
Quando é o Amor que se apossa do punho do poeta, ele sempre escreve numa língua universal. Universal mas lacunar – ao Amor jamais se aplaca a sede de dizeres, abismo de palavras e juras que é sua essência voraz.
Assim é a impressão inicial que nos causa este Amar Latitude Sul: um requintado banquete de sabores servido a essa poderosa divindade. Palavras e metáforas nas bandejas de prata, corações eufóricos, corações dilacerados. Ao nos aventurarmos, todavia, pelos fios d’água traçados por esses 126 poemas, é todo um amplo estuário estético que deparamos. Cada poema, cada hino ao amor, se apresenta com indisfarçável autonomia, ao mesmo tempo que, ao rolar das páginas, um esmerado painel de emoções se acende aos olhos do leitor, lume oscilante, ardendo no imprevisto, a revelar e ocultar o sabido e o não-sabido do estado pânico e paradisíaco da paixão amorosa.
Em Amar Latitude Sul, há toda uma complexa trama de afetos, do encontro à despedida, das primícias idílicas aos umbrosos estertores do ciclo mágico que enreda os corações em sua vertigem. Os poemas renovam as cores da plumagem desse pássaro arredio, que canta nas madrugadas de ouro e chora nas sombras do entardecer. Embalados pelos seus versos, fazemos ora a viagem de volta, ora a viagem futura, entre ilusões e decepções, ansiosos pelas algemas de ouro, pelas chaves de prata, que nos aprisionarão entre cálidos abraços, nos libertarão nos horizonte azuis da plenitude.
Abandonando o Norte da razão, seguimos as misteriosas sendas do Amor, guiados por esta antológica coletânea poética, portulano que traça, entre névoas douradas, o único destino verdadeiramente humano, como nos diz o poeta maior, Carlos Drummond de Andrade: “Que pode uma criatura senão, entre criaturas, amar?”

Luiz Almeida

===============================================================================================

 

8. O OITAVO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Sleutjes, Maria Helena.      Penélope ( prosa poética).   Juiz de Fora: Gryphon, 2014.

pene-1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No dia 12 de dezembro de 2014, aconteceu no MUSEU DE ARTE MURILO MENDES, o lançamento do livro PENÉLOPE de Maria Helena Sleutjes, nono livro do selo Gryphon Edições.

Este livro se compõe de PEQUENOS TEXTOS em prosa poética sobre o sentir feminino. O que está escrito, pode ser assinado por muitas mulheres em determinadas circunstâncias e em qualquer idade, como vocês poderão ver daqui há pouco na demonstração de alguns de seus trechos. É que algumas queridas amigas encarnarão a Penélope do livro, numa demonstração de descontração e amizade que nunca poderei agradecer o suficiente.

pene-9

 

Vocês sabem, os livros têm vida própria… Para nascer, este livro contou com a participação de muita gente querida:
A primeira delas foi a ADRIANA SLEUTJES, minha querida filha e esclarecedora do mito de Penélope quando ele estava ainda em fase embrionária e ela sabiamente me explicou que a fidelidade de Penélope se referia a si mesma e não propriamente ao amado, então o título foi selado e devo isto à ela.

 

A queridíssima ANA MIRANDA, grande companheira, que me convenceu a publicá-lo e a publicá-lo com os meus quase desenhos (rabiscos mesmo) e acompanhou toda a sua trajetória;

pene-6

 

 

 

 

 

 

 

 

LUIZ ALMEIDA, grande escritor e nobre amigo, com quem tive o prazer de dividir a coordenação editorial, pessoa de extremo cuidado, bom gosto e apurado senso crítico que tão bem conhecemos;

pene-7

 

 

 

 

 

 

 

A CAPA é da jovem MARINA SLEUTJES KAKO neste trabalho que considero impecável na percepção dos detalhes das cores e das fontes que criaram o universo do livro . Marina, tenho orgulho de dizer, é minha neta, então o prazer é redobrado, como aconteceu com a Ana Balão ilustrado pelo Leonardo.

pene-8

 

 

 

 

 

 

 

 

O PROJETO GRÁFICO, A DIAGRAMAÇÃO E ARTE FINAL é do Design Marcos Silva, que já elaborou diversos projetos para a Gryphon Edições – belíssimos.

No verso da capa um texto escrito por mim que permite uma melhor compreensão do conteúdo:

Dentro de uma mulher, habitam muitas mulheres.
O universo feminino é uma porta aberta, uma janela para o mar, um portal para outros mundos.
Dançam no tempo Cassandras, Messalinas, Giocondas, Penelopes. Anjos e gárgulas.
Mas dança, sobretudo, a suavidade das manhãs. Mãos de orvalho sobre a superfície ríspida da vida.
Olhos de avelã, sobre a terra, derramados cristais de contas coloridas a decifrar enigmas, sonhos e realidade.
Com passos pequenos sobre os gramados, mulheres-pássaros pisam as rendas da lua.
Com audaciosa coragem mulheres-lobos correm à sombra de seus próprios anseios.
E mesmo sem perceber, mulheres, mulheres, mulheres… enchem as ânforas de vinho….

O livro, no dia do lançamento, apresentado pelas queridas amigas Magda Trece, Alessandra Castelo Branco e Ana Miranda.

pene-10

 

 

 

 

 

 

 

Falando aos amigos presentes:

 

CAROS QUERIDOS…
QUERO MUITO AGRADECER A PRESENÇA DE TODOS VOCÊS E DIZER QUE É UMA ALEGRIA TÊ-LOS COMIGO NESTA NOITE NA CASA DE MURILO MENDES PARA O LANÇAMENTO DO PENÊLOPE – este livro sobre o feminino – esta caixinha de surpresas.

DESTACO ENTRE OS PRESENTES OS ACADÊMICOS DA ACADEMIA JUIZ-FORANA DE LETRAS, CAROS CONFRADES E CONFREIRAS, E A PRESENÇA DOS COMUNICADORES SOCIAIS RICARDO CAVALCANTI E EDUARDO GOMES.

QUERO AGRADECER AO MAMM NA PESSOA DA PROFESSORA NÍCEA NOGUEIRA E SUA EQUIPE PELO APOIO RECEBIDO.

O lançamento correu em clima descontraído e de alegria.

Neste contexto destaquei o belíssimo prefácio da amiga e poetisa Ana Maria Mendes Masala:

Nas mãos, a echarpe rosa, presente da querida amiga Claudia Freire Lima, que foi passada primeiro para Ana Másala que fez a leitura do prefácio:

pene-22

Um livro sobre o feminino.
Esse desassossego…

À meia luz de nossa alma, Penélope
tece e destece encantada as suas
vestes de vida. Atravessa a inquietude
deste tempo conversando com as
suas incertezas. Resvala em sua
falta — essa inapreensível ausência
— de onde escorre uma doçura de
palavras que recortam o enigma desse
feminino que não se entrega por
inteiro ao deciframento, mas se alonga
pertubardor no íntimo de cada mulher.

Com suavidade poética, Maria Helena Sleutjes
fustiga a lucidez da mulher-artífice que
escapando do embalsamento da espera,
intenta caminhos para a (des)construção
de si num entrelaçamento de instantes
e promessas.

Como a artesã do mito grego
que engendra com astúcia todos os
desvios para resguardar o seu desejo,
também somos convidadas a aventura
de recompor nossa trama, bordar
novas trilhas, despetalar-nos ao vento
para adiante recolher-nos na curva
encantatória de outro horizonte.

Ana Maria Mendes Másala

—————————————————————————————————————————-

A seguir houve apresentação de alguns textos do conteúdo do livro pela queridíssimas:

Alessandra Castelo Branco

ale

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

————————————————————————————————————
Angelina Nardy. As palavras espontâneas de Angelina Nardy abalaram o meu sentir.

ang

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

———————————————————————————————————

Regina Coeli Machado

reg

 

 

 

 

 

 

 

———————————————————————————————————

Lázara Papandrea

laz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

———————————————————————————————————

Leila Barbosa

leila

 

 

 

 

 

 

 

 

———————————————————————————————————

Magda Trece, por natureza grande artista, também me surpreendeu com palavras de carinho e amizade. Aguenta coração!!

pene-5

 

 

 

 

 

 

pene-24

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

————————————————————————————————————

Sofia Ortoloni foi pura emoção! Emudeci internamente com a sua interpretação. Nunca poderia imaginar um sentir assim a partir do meu texto…

pene-25

pene-26

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

————————————————————————————————————

Ana Miranda, com seu jeito serelepe de ser, esbanjou jovialidade e alegria.

pene-28

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

————————————————————————————————————

E a emoção que já era grande, aumentou mais ainda, quando a Ana Miranda passou a echarpe para o escritor Luiz Almeida, e ele me fez esta surpresa linda, que me deixou sem ação.

luiz

No texto abaixo, o escritor Luiz Almeida fala sobre PENÉLOPE – o primeiro olhar masculino sobre o livro:

” Penélope, esta joia literária que hoje nos oferece a …escritora-poetisa Maria Helena Sleutjes, é um espelho de puro cristal a refletir a longa viagem de quem fica – Penélope! – à espera do desfecho de múltiplas batalhas emocionais. A protagonista – um Eu tecido de perplexidades – angústia e esperança – arremete-se pelo mundo interior, destemida aventura de quem não se acovarda diante da cruel tirania do desejo. Ao longo deste delicado texto poético, assistimos ao interminável périplo emocional, ao tecer-e-destecer do coração que pulsa refém de forças vitais incompreensíveis, indomáveis, insaciáveis… Obra jovem, plena de desejo de ser, de viver, de respirar o mundo, mesmo quando o chão lhe falta aos pés, e uma sensação de flutuar no vazio asfixiante imprime na alma a densa noite. Narrativa não-episódica, mas introspectiva em que a protagonista alcança o extremo de diluir-se no mar de sentimentos e emoções em que, perigosamente, mergulha. Prosa poética por excelência, ao mesmo tempo densa e leve, tensa e terna, exercício de conduzir a alma, entre sombra e sóis, ao mais insondável infinito da existência humana. O mundo exterior cai refém do mundo interior, onde se encenam festivas danças para amores meramente vislumbrados, onde se ritualizam cerimônias para funerais de hipotéticas desilusões. Penélope, obra peregrina, devaneio pelo mundo mágico que a protagonista empreende, sem que saibamos ao certo aonde tão longe ela, prisioneira da mais visceral introspecção, vai buscar sentido para lançar, laçar, sua trama de vida-e-morte, salvação-e-perdição, inferno-e-paraíso. E nós, leitores, tragados pelo lirismo do texto, pelos mil tentáculos emocionais do texto, quedamos embriagados pelos sortilégios em que ela nos enreda com a mais delicada seda poética. Ninguém sairá indiferente a essa obra luminosa, luminosa mesmo quando atravessa as sombras graves da angústia existencial. Em certos momentos, a intensidade dramática da escrita é tal que a leitura nos escapa e julgamos ouvir a voz eloquente da protagonista. Nossos confusos e contraditórios sentimentos diante do mundo irmanam-se à trajetória emocional da protagonista, desde uma gênese brutal e arcaica até o cotidiano frugal, repleto de suas cores débeis e miúdos atrativos. Raras vezes nas nossas Letras, a inspiração poética alcançou realização tão singular. Hoje, a obra-prima que desvenda os enigmas da alma feminina tem um nome definitivo: Penélope! “

Luiz Almeida

pene-18

 

Existem emoções que as palavras nunca darão conta!! Muito obrigada, Luiz Almeida, por este lindo presente!

 

 

————————————————————————————————————

Então, chegou a hora de autografar os livros.

Marina e Vitória na distribuição dos exemplares e os amigos prestigiando o evento:

vi-e-ma

 

 

 

 

 

 

 

 

pene-4

pene-12

 

 

 

 

 

 

 

 

pene-13

 

pene-16

 

 

 

 

 

 

 

pene-14

pene-15

 

 

 

 

 

 

E eu, autografando

pene-2

 

aut

 

 

 

 

 

 

 

 

 

==========================

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

===============================================

  1. O NONO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

CENTRO espírita Ivon Costa- MG & sua história.   Juiz de Fora: Gryphon, 2014.  129p.

Este belíssimo livro  foi organizado por Elaine Civnelli Tornel da Silveira. Com capa, projeto gráfico e diagramação de Ana Loureiro. Impressão da Juizforana Gráfica e Editora.

 

ivon-costa

Apresentação

Em comemoração aos 150 anos de O evangelho segundo o espiritismo, aos 80 anos da desencarnação de Ivon Costa e os 67 anos de fundação do Centro Espírita Ivon Costa ( CEIVA) em Juiz de Fora – Minas Gerais, desejamos compartilhar com os irmãos espíritas em geral, um tesouro conhecido por poucos até esta data e que temos certeza contribuirá para o nosso enriquecimento espiritual e doutrinário.

Referimo-nos, primeiramente, a material que se encontra arquivado em nossa Casa recebido pelo querido médium Francisco Cândido Xavier, arte do qual virá a lume pela primeira vez; em segundo lugar a dados biográficos de nosso mentor Ivon Costa, tribuno espírita que no início do século XX procurou difundir com raro brilhantismo a Doutrina Espirita não só em terras brasileiras como também na Europa e Ásia.

Incluímos mensagens de Ivon Costa recebidas por Divaldo Franco e José Raul Teixeira, por julgá-las de grande interesse para os irmãos e acreditarmos que muitos ainda não tiveram oportunidade de conhecê-las.

Acrescentamos, por fim, um pequeno resumo da história do nosso CEIVA, a fim de que fique registrada, em comemoração a mais um período de atividades, enaltecendo o esforço dos fundadores, jovens idealistas que enfrentando dificuldades e vencendo obstáculos, não desanimaram para que a mensagem da III Revelação fosse divulgada, e implantada na Terra mais uma célula cristã.

Quanto aos documentos arquivados, gostaríamos  de esclarecer o seguinte: o médium Francisco Cândido Xavier, como funcionário da Secretaria de Agricultura do Estado de Minas Gerais, lotado na Fazenda Modelo em Pedro Leopoldo, participava das exposições agropecuárias que eram realizadas anualmente em diversos municípios do estado, acompanhando seu chefe Dr. Rômulo Joviano, e por isso esteve várias vezes em visita a Juiz de Fora, ocasião que, após o trabalho, comparecia a reuniões nos centros espíritas locais.

No Centro Espírita Ivon Costa, para nossa alegria e aprendizado, recebeu psicograficamente, nos anos de 1946, 1947 e 1948 mensagens e poemas dos Espíritos de André Luiz, Bezerra de Menezes, Carmen Cinira, João de Deus e Vanâncio Café.

O presente livro contém também, respostas de iluminados Espíritos pelo mesmo médium, a questões propostas pelos diretores do CEIVA em épocas diversas, além de interessantes informações espirituais do interesse de todos.

Parte deste material, como a “Palpitante Entrevista com o Outro Mundo”, se encontra divulgado, mas julgamos oportuna a sua reedição objetivando atender a um público mais amplo, já que as orientações ali contidas são de grande atualidade e utilidade ao movimento espírita em geral, o mesmo se dando com as mensagens do Espírito Ivon Costa.

Desse modo, passamos às suas mãos esse precioso material na certeza de que grande proveito trará aqueles que o estudarem atentamente, rogando a Jesus que a todos nos ampare e inspire.

Juiz de Fora, 10 de outubro de 2014.

 

================================================

10. O DÉCIMO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES ( não é propriamente uma edição da Gryphon, mas configura a participação da editora na criação da Capa e na diagramação)

Da escritora Rosangela Rossi – PEDRO NAVA NO DIVÃ. Juiz de Fora: FUNALFA, 2014.

 

rossi

 

================================================

11. O DÉCIMO PRIMEIRO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

TRECE, Magda.    Vó Filó: a caçadora de maravilhas.    Juiz de Fora: Gryphon, 2015

filo-1

 

 

 

 

 

 

 

 

VÓ FILÓ: a caçadora de maravilhas de autoria de MAGDA TRECE, é um infantojuvenil cheio de charme!

Seu lançamento, muito concorrido,   aconteceu no dia 27/08/2015, na Biblioteca Municipal Murilo Mendes.

filo-4

 

 

filo-5

 

 

 

 

 

 

filo-3

filo-2

 

filo-6

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sua autora, Magda Trece, tinha os olhos brilhantes  e aquele grande sorriso que lhe é peculiar, vestida de amarelo, era só alegria. Alegria que contagiou crianças e adultos, um milhão de amigos que lá estavam prestigiando seu lindo trabalho.

Durante o evento Magda contou para as crianças de 5 a 80 anos, uma linda história da Vó Filó. Todos ficaram quietinhos escutando:

No ambiente cheio de cores  e particularidades da Vó Filó, como suas roupas, saias de filó, caixinhas, sombrinha de bolinha, havia sobretudo encantamento.

filo-8

 

 

 

 

 

 

 

filo7

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saiba um pouco mais sobre o livro e a autora nesta matéria de Marisa Loures no TRIBUNA DE MINAS DE 27/08/2015:

http://www.tribunademinas.com.br/cacadora-de-maravilhas/

================================================

12. O DÉCIMO SEGUNDO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

CRUZ, Mauro.   Viagem ao Polo Norte: um conto Natal.    2.ed.    Juiz de Fora: Gryphon, 2016.

 

Um conto de fadas para o século XXI, é este belíssimo livro de Mauro Cruz.  História encantadora, com imagens lindas de Igor Godinho, projeto gráfico de Ana Loureiro, e impressão gráfica da Juizforana.

capa-contos-de-natal-vfinal-3d

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Prefácio

Dentro de cada um de nós existe uma dimensão do sentir que é completamente mágica. Normalmente esta dimensão é mais forte na infância, mas pode perdurar a vida toda. Felizes os que a alcançam e a conservam. Este livro de Mauro Cruz foi escrito nesta dimensão e para descrevê-lo, poderia dizer que:
Era uma vez uma aventura inteligente e divertida vivida através de uma viagem ao Polo Norte onde o saber e o sentir se misturam…
Era uma vez, uma menina que acreditava em seus sonhos e um jovem pássaro que era quase um anjo …
Era uma vez uma floresta de cores vivas, belezas naturais, animais que conversam com as pessoas e bruxas do mal…
Era uma vez Papai Noel, muito dinâmico e sábio, com sua fábrica de brinquedos já totalmente informatizada…
Era uma vez um mundo cheio de pensamentos poderosos, de virtudes bem vividas, de valores que destroem o mal…
Era uma vez um conto de fadas que mistura o antigo e o atual, a ciência e o mistério, a criatividade e a simplicidade, o conhecimento e a imaginação…
Era uma vez um escritor que transformou seu sonho num conto e o deu de presente para sua filha Victoria…
Era uma vez um conto de fadas incomum. Um conto de fadas para o século XXI…
Maria Helena Sleutjes

20151130_192110

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20151130_192234

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FOTOS DO LANÇAMENTO

 

sem-titulo

 

 

 

 

 

 

 

 

mauro1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

================================================================================================

13. O DÉCIMO TERCEIRO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

JUIZ DE FORA AO LUAR.   Juiz de Fora: Gryphon, 2015.

Juiz de Fora ao luar  é uma iniciativa da Gryphon Edições que reuniu 35 escritores da cidade nos gêneros: contos, contos infantojuvenis, crônicas e poesia. Trata-se de uma antologia.

foto3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1907523_463998097109818_254184167033247489_n

 

 

 

 

 

 

 

Esta publicação contou com a seguinte equipe editorial: Assistente de edição: Ana Miranda. Revisão: Leila Barbosa e Marisa Timponi. Projeto gráfico, diagramação e arte final: Ana Loureiro. Imagem da capa: Daniel Torres. Impressão: Juizforana.

 

ant1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A publicação se apresenta através do poema do artista plástico e poeta Gerson Guedes:

VIDE URBE

 

HORIZONTAL,

VERTICAL,

HORIZONTES VERCAIS,

PARALELAS, CARTESIANAS

SOBREPONDO CURVAS ARCURIANAS.

 

TERRA ACIMA,

TERRA ABAIXO,

PEDRAFERROCIMENTO SUORES,

ATERRANDO BREJOS E COAXOS.

 

PROJETOS,

PLANOS,

PLATÔS,

PATAMARES,

MARES?

 

TAIPAS,

TAPUMES,

TABLADOS,

ANDAIMES,

ANDARES,

ARES?

 

CUBOS,

QUADRADOS,

QUADRANGULARES,

RETANGULARES,

LARES?

 

CORES CORRIDAS,

MASSA MUTANTE,

NOVOS CÓDIGOS,

NOVAS LEITURAS,

DIVERSIDADE, VELOCIDADE,

CIDADE

Gerson Guedes

 

O lançamento aconteceu no  Constantino – Hotel & Eventos e foi muito concorrida. Um acontecimento que marcou a cidade e reuniu uma gama enorme de escritores autografando ao mesmo tempo seus exemplares.

Participaram da publicação os escritores:

Ana Cecília; Ana Másala; Ana Miranda; Anna Caroline; Cecy Barbosa Campos; Eliana Mora; Fernando Abritta; Glória Barroso; Helena Hungaro; Helenice Lopes; J Augusto Mendonça; Jorge Lenzi; Lázara Papandrea; Leila Barbosa; Luiz Almeida; Magda Trece; Maria Elizabeth Sachetto; Maria Helena de Oliveira;  Maria Helena F. Vasconcellos; Maria Helena Sleutjes; Marina Vassalli; Marisa Pontes; Marisa Timponi; Marisélia Souza; Mauro Cruz; Nazaré Laroca; Nelson Bravo; Regina de Castro Barbosa; Regina Machado; Rosangela Rossi; Rosani Martins; Suzana de Paula; Tiago Adão Lara; Vera Ribeiro Guedes; Wanderley Luiz de Oliveira.

 

img_0096-1024x768

 

 

 

 

 

 

 

 

img_0109-1024x768

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

img_0097-1024x768

 

 

img_0128-1024x768

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ant17

12039646_790667321043163_8324263859928625635_n

 

 

 

 

 

 

 

12009797_1678709595676586_4666833254629564782_n

 

 

 

O lançamento contou com a participação do Conjunto CORALINAS, um quarteto de cordas que  encantou os presentes com músicas muito bem selecionadas:

 

img_0166-1024x768

 

 

 

 

 

 

 

img_0089-1024x768

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

12038375_790667544376474_5990992209300832347_n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ant18

ant17

ant16

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ant15

ant14

ant13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ant11

ant9

 

 

 

 

 

 

 

ant10

ant12

 

 

 

 

 

 

 

ant8

ant3

 

 

 

 

 

 

 

 

 

12046675_702105819933332_685780748034097110_n-300x168

12039287_1059365040742823_1632503826575923299_n-300x168

 

 

 

 

 

12039482_985995388089884_6512809907699679516_n-300x240

ant2

 

 

 

 

 

 

 

ant-7

img-20151002-wa0005

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

===============================================================================================

14. O DÉCIMO QUARTO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

LARA, Tiago Adão.   Educação.    Juiz de Fora: Gryphon, 2016.

 

 

20160706_143103

 

capa-riscos-e-rabiscos_vf3-aberta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Prefácio

 

 

 

 

 

 

Recebi com um misto de honradez, medo e gigantesco senso de responsabilidade, o convite de Tiago para apresentar seu livro, como se ele precisasse mesmo de apresentações. Um convite desses envolve sempre a possibilidade da sedução de outras pessoas na leitura do texto que vem a público. Assim, tomada por alguns momentos de dúvida acerca de como fazê-lo da melhor forma possível, decidi, então, compartilhar com o leitor o que me foi acontecendo enquanto eu lia aqueles originais.

Recebi seu manuscrito num verão atípico de trabalho na Universidade, com muitas aulas e compromissos. Neste contexto, comecei a ler suas pequenas histórias, nas quais Tiago se mostra como um grande artífice da palavra e do pensamento.  Na medida em que me deixava mergulhar em seus capítulos curtos, porém densos, ia me sentindo liberta daquele cenário de cansaço e stress. Ao mesmo tempo, ia ficando cada vez mais absorvida por suas palavras, de tal modo que eu não interrompi minha leitura, mesmo que meu compromisso de trabalho me conduzisse a outros movimentos.

Na medida em que eu ia avançando na narrativa, seu texto ia se dispondo para mim como um oásis naqueles tempos de um calor quase insuportável. Suas reflexões sobre Alegria, Ética, Subjetivação, Educação, Aprendizagem, Educação e Cotidiano me conduziam a outras histórias, às minhas próprias lembranças de cenas e instantes aparentemente insignificantes, mas que, tal como nos adverte Walter Benjamin em relação à ideia de mônada, como sendo estruturas privilegiadas que retêm a extensão do tempo da intensidade de uma vibração, de um relâmpago.

Comecei, assim, a me lembrar de Tiago e de como eu o fui conhecendo ao longo de minha vida, num pensamento também em mônadas. Lembrei-me da primeira vez que o vi, quando ainda me encontrava grávida de minha filha, hoje próxima da maioridade, e de como sua fala potente me seduziu naquela tarde de trabalho, o que me trouxe à lembrança o detalhe do macacão floral que eu vestia. É como se aquela roupa colorida carregasse consigo a marca de minhas lembranças daquele primeiro momento com ele.

Depois, lembrei-me de quando ele, ao ser convidado para abrir um seminário de meu programa de pós-graduação, narrou,  de modo cativante e envolvente, o que poderia ter sido a cena – e a emoção dos sujeitos – em meio a uma reunião numa Universidade medieval. Na verdade, o que veio em meu ato de rememoração foi o efeito daquela crônica na criação de uma ambiência singular – e prazerosa –  para nosso diálogo acadêmico ao longo de uma tarde inteira de trabalho. Todos os que o ouviram naquela sala se conectaram de modo emocional e comovido por aquela experiência que nos convocava à coesão. Lembrei-me, de quando sua fala de abertura no Seminário de Iniciação Científica de minha universidade, seduziu a todos os presentes em relação ao que ele via e pensava da janela da casa de sua meninice, em Conceição da Barra de Minas, e como o exercício do olhar é determinante para a formação de um jovem pesquisador. Eu poderia seguir aqui narrando, detalhadamente, cada um dos acontecimentos que envolveram meus diversos encontros com Tiago. Seu texto, portanto, me colocou em processo de ativação de minhas próprias lembranças em relação às suas narrativas. E vi o quanto a força de suas histórias residia em sua capacidade de produzir a rememoração pela relação com a experiência.

E, parafraseando-o, ‘foi assim de repente’ que percebi, então, que o que tenho de mais forte e convidativo em relação ao texto de Tiago é o fato de ele ser, para o leitor, um mar de sedução, porque nos conecta às nossas próprias experiências e nos faz, portanto, olhar para nós mesmos.

Sônia Regina Miranda

Prof. do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFJF

 

O lançamento do livro aconteceu no Museu de Arte Murilo Mendes, no dia 30/06/2016 e contou um grande número de convidados e amigos do escritor.

untitled

 

 

 

 

 

 

 

 

20160706_142448

20160706_142448

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

==============================================================================================

15. O DÉCIMO QUINTO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

BARBOSA, Regina de Castro.    Campo de uvas.   Juiz de Fora: Gryphon, 2016.

Campos de Uvas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um livro diferente que reúne uma prosa bastante poética e alguns poemas da autora.

A equipe editorial foi composta por: Ana Loureiro: capa e projeto gráfico; Luiz Almeida: revisão: e impressão da Juizforana.

 

O prefácio coube ao ilustre professor e psicanalista Jodemar Costa. Ei-lo:

PREFÁCIO

 

Ao aceitar o convite de Regina de Castro Barbosa para caminhar pelo seu Campo de uvas, logo nas primeiras linhas, me dei conta de estar num outro campo, o Campo dos sonhos, onde a autora parece saborear sua intimidade com os signos, fazendo o percurso num ritmo constante e contagiante.

Do bullying às lembranças de infância, ou da “idade da busca de si”,  vislumbram-se enigmas do não saber de si à construção das experiências definitivas, num desfile provocante de estórias e histórias costuradas com palavras simples, mas que cumprem a missão de traduzir a profundidade dos sentidos que a autora naturalmente nos leva a conhecer. Como percebi, no contraponto do papai pássaro provedor ao pai gente descuidado, conhecendo o desenho poético usado ao longo  da narrativa.

Da adolescência à psicanálise, passando pelo casamento: “Só sabia que era urgente mudar”, “Tive orgulho de mim. Amém!”. Mundo externo, mundo interno, o robótico e a alma em busca de ser feliz, como na associação livre de uma sessão de análise, onde se desvela o sentido. O texto de Regina revela as angústias do ser que transforma e aprende com o real “a dor… que nos quebra os ossos”.

Impossível não se deixar envolver pela liberdade da autora em misturar afetos opostos que se completam, e desta forma, nos fazer sentir as contradições do coração. O paradoxo da simplicidade surpreende cativa e instiga.

Houve um momento particular durante a leitura que me seduziu a ponto de ressignificar e compreender o que é a esperança. Uma de suas personagens, traz a esperança no sorriso, no olhar e no corpo. Sim, no Campo de uvas, a esperança tem corpo, mas para ser feliz não basta, além da esperança encarnada no corpo, é preciso saber ver o luar. Regina escolheu falar dos humanos que escolhem a vida, aqueles que acreditam um dia ver o amanhecer infindável.

E o que é a vida? Com essa pergunta a autora nos leva a pensar no “doce e terrível paradoxo”, sem medo, filosofia e poesia na mesma busca apaixonante na companhia de Nietzsche e Bachelard.

Depois disso, a autora ainda puxa uma “prosa” com Guimarães Rosa e Clarice Lispector para em seguida, entrar em suas lembranças, passeando em fusquinhas e corcéis.

Vida real, de alegrias e dores, separações prematuras, despedidas que as palavras jamais irão contemplar, mas como Freud ensinou, Regina também acredita que os poetas sabem de cor aquilo que tantos buscam conhecer; a vida, o amor, e a morte.

E Regina nos brinda com suas poesias. Essas poesias caem como um crepúsculo,  passagem bela e serena do texto para  reflexões silenciosas.

Obrigado Regina pela oportunidade de ter sido um dos primeiros a ter contato com seu livro, obra que tem o seu DNA estampado  na aparência meiga e suave e nas revoluções do pensar que suas ideias produzem.

Jodemar Costa

O lançamento aconteceu no Museu de Arte Murilo Mendes, no dia 01/09/2016.

20160901_182349

20160901_195814

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Regina 4

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20160901_182332

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20160901_195010

20160901_182332

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20160901_195256

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

================================================================================================

 

16. O DÉCIMO SEXTO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

TRECE, Magda.    Vó Filó em cadê meu banho que estava aqui?    Juiz de Fora: Gryphon, 2016.

14641957_1223252064399541_4582649255972196595_n

 

14729104_1223252061066208_3450590223494588519_n

 

Fazendo muito sucesso junto a seu público leitor, Vô Filó em cadê meu banho que estava aqui, foi lançado no Colégio dos Santos Anjos no dia 6 de outubro de 2016. As fotos do lançamento falam por si mesmas.

14484786_967843923345408_40820642271720511_n
filo_marcador

20160706_224712

 

14355644_1175984079128598_7372131423264792477_n

 

14570332_1175984385795234_8577603465320158376_n

14572781_1175984335795239_2993478973674912110_n

 

14606302_1175984445795228_6905418261464650976_n

14572869_1175984289128577_7060390354509205854_n

 

sem-titulo

 

 

sem-titulo1

===============================================================================================

17. O DÉCIMO SÉTIMO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Badaró, Kátia,   Histórias de Vô e de Vó.    Juiz de Fora: Gryphon, 2016

capa-vo-e-vo-3d-amarelo

 

 

 

 

 

 

capa-vfinal-amarelo-1

 

 

 

 

 

 

 

Prefácio

Aos contadores de histórias devemos a preservação de um rico e importante instrumento de nossas tradições culturais, as histórias incríveis e interessantes, contadas ao pé do fogão a lenha, ou nas grandes varandas das casas de fazenda, especialmente no interior desta grande Minas Gerais.

Advindas da oralidade praticada pelos nossos antepassados, o que inclui a oralidade dos povos africanos e indígenas, entre outros,  a tradição oral de contar histórias fornece modelos para o nosso relacionamento com a sociedade  e para o relacionamento dessa sociedade com o mundo que partilhamos, com todas as formas de vida. É uma forma de registro que perpetua o existir.

Desta forma, Kátia Badaró, mineira de Leopoldina, professora e contadora de histórias, se integra à este grupo, e tem levado a muitas crianças e adolescentes, histórias  de seus avós, de nossos avós, preservadas pela oralidade, esta forma de comunicação tão mágica , importante e quase em fase de extinção.

A escritora Clarissa Pinkola Estés, falando sobre a tradição oral de contar histórias, afirma que “estas histórias são balsamos medicinais. (…) Elas têm uma força.  Não exigem que se faça nada, que se seja nada, que se aja de nenhum modo – basta que prestemos atenção. A cura para qualquer dano ou para resgatar algum impulso psíquico perdido nas histórias. Elas suscitam interesse, tristeza, perguntas, anseios e compreensões que fazem aflorar [imagens do nosso inconsciente](…). No entanto, (…) em cada fragmento de história está a estrutura do todo”.

Então, percebo que  neste livro, que nasceu a partir das anotações da avó da autora, ela regata muito mais que histórias, resgata parte de si mesma, e nos traz suas lembranças de uma infância encantada que hoje não é mais possível.

E é assim que, com grande emoção, carinho e criatividade, Kátia nos convida a visitar seu mundo repleto de sustos e sorrisos.

 

Maria Helena Sleutjes

================================================================================================

18. O  DÉCIMO OITAVO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Cabral, Cláudio Orlando Gamarano.    Xaropes, baleias e TDHAs: a escola e a medicalização.   Juiz de Fora: Gryphon, 2016.

correta-capa-xaropes-e-baleias_saida-v2-fundo-branco-sem-logos

 

 

 

 

 

 

“Como estranhar algo que se dá como natural e quase familiar? Como desconfiar do poder dos discursos alimentados pelo saber? Como escapar ao poder que nos submete? Como somos constituídos numa educação escolar?”

 

“A droga da obediência parece capaz de tirar a dor, o incômodo. Resta saber de quem: dos pais, da escola, da sociedade, da política? Seria a rebeldia, a agitação de algumas crianças, uma forma de resistir à mesmice que lhes tentam incutir? Seria a forma infantil de reprovar o mundo que encontram e contra o qual ainda têm poucas armas e poderes?”

 

“Este livro é um convite ao desaprender, ou, pelo menos, a desconfiar de saberes que nos foram ensinados ao longo da vida. Saberes que nos constituem e norteiam nossa prática profissional.”

 

================================================================================================

19. O DÉCIMO NONO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Marote, Christine.      China na minha vida: o que aprendi com o dragão.     Juiz de Fora: Gryphon, 2017

 

CAPA FINAL APROVADA 3D

 

 

 

 

 

 

 

 

Viver na China é uma experiência e tanto. Aqui, aprendemos muitas coisas, inclusive a matar um “dragão por dia”, parafraseando o ditado popular, tornando-nos mais fortes, mais abertos, mais flexíveis.

Na China, nada é grande, tudo é imenso. Uma ponte não é uma ponte somente: é uma construção que supera, em comprimento e altura, as demais do mundo e da própria China. Os eventos não são apenas bem produzidos: são megaeventos. Os shoppings não são enormes: são gigantescos.

Sempre digo que ninguém que tenha vivido na China possa voltar ileso ao seu país.  Seguramente, mesmo com todas as coisas inusitadas e as dificuldades com a língua e adaptação à cultura, um pedaço do seu coração ficará no Oriente.

 

O livro possui um encarte com fotos e reúne 150 crônicas:

Nossa chegada a Chang Chun, quando tudo começou...

 

 

 

 

 

 

 

 

2006 - quando achamos que essa era a unica oportunidade deles conhecerem a China. Paula, Mariana, Octavio e Nelson

 

 

 

 

 

 

 

andando pela cidadeartista numa das cidades das águas

 

 

 

 

 

 

 

 

eu e HarrietCHRISTINE 050 (1)

 

 

 

 

 

 

 

 

é gente, muita gente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

================================================================================================

O VIGÉSIMO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Moreira, Evaldo de Paula.    O amor não fica velho.    Juiz de Fora: Gryphon, 2017

 

Contos

Contos

correta - capa EVALDO aberta 30062017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

trenzinho - Cópia

 

 

 

 

 

 

Evaldo - FullSizeRender (6)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

================================================================================================

O VIGÉSIMO PRIMEIRO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Trece, Magda.   Doli não é mole.     Juiz de Fora: Gryphon, 2017.

22780373_1340902952686261_9086981720563059710_n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Doli 2

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

================================================================================================

O VIGÉSIMO SEGUNDO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Mello, Marcos Vinicios.   Chuvas e luas ( poesia)    Juiz de Fora: Gryphon, 2017.

CAPA_CHUVAS E LUAS_VF_aberta 01

 

 

 

 

 

 

 

 

================================================================================================

 

O VIGÉSIMO TERCEIRO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Lacerda, Maria Aparecida Rezende.    Não apague a luz ainda.     Juiz de Fora: Gryphon, 2017.

Nova Imagem

 

 

 

 

 

 

 

capa MARIA APARECIDA V8_3D (2)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

quarta capa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

================================================================================================

O VIGÉSIMO QUARTO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Reis, Nelson Cezar      A caminho de Vênus:numa cadeira de rodas…    Juiz de Fora, Gryphon,2017.

A caminho...3d 1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

boa - capa-VENUS-NOVA-aberta-(1)-copy

 

 

 

 

 

 

 

================================================================================================

O VIGÉSIMO QUINTO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Souza, Marisélia.    Dante, o elefante comediante.    Juiz de Fora: Gryphon, 2018.  com ilustrações de Rosália Lopes

 

CAPA FINAL AZUL_3D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

teste_elefante

 

 

 

 

 

 

 

 

20180129_174927

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

================================================================================================

O VIGÉSIMO SEXTO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Trece, Magda.   Nasce uma estrela.  Ilustrações de Monise Pedrosa.  Juiz de Fora: Gryphon Edições, 2018.

 

NASCE UMA ESTRELA_3D

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O mais novo livro da escritora Magda Trece , com quarta capa de Márcia Amaral – Na imaginação de uma escritora, muitas histórias acontecem… e, nelas, tudo é possível. Até mesmo dar vida a uma estrela para que ela possa semear gentileza. Esta é a história de uma estrela que des

cobriu toda a sua força interior, conheceu a solidariedade, o amor e soube compartilhar tudo isso com Manoel. Só com o Manoel? Claro que não! Desencadeou uma corrente de amor entre várias pessoas e seres. Cada um, acariciado por Dalva, deu início a outra corrente. Assim, lá vai o amor que a estrelinha levou sendo passado de coração para coração. Todos em busca de um mundo melhor…    Márcia Amaral.

Com lançamento realizado no Colégio dos Santos Anjos, Magda encantou as crianças e os adultos contando a história da estrelinha.

31046371_1504539749655913_8616647229880025684_n

 

 

 

================================================================================================

O VIGÉSIMO SÉTIMO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Nardy, Angelina.    Stella Matutina: sonhos e saudade… Juiz de Fora: Gryphon, 2018

Sem título

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Prefácio

Se você estuda ou estudou no Stella Matutina, vai ser tomado de grande emoção por este belíssimo trabalho realizado pela escritora Angelina Nardy. E mesmo que você não tenha estudado no Colégio, também será tomado da emoção de conhecer nos mínimos detalhes, uma formação educacional que tem por alicerce o respeito, o reconhecimento, o valor da cultura e do saber. É assim, que a autora, com maestria, reconstrói para nós, seus leitores, um tempo que vive em sua memória, que fez parte de sua vida, e que agora também é nosso, enquanto sua história de vida que nos é apresentada, enquanto história desta instituição  de ensino vista pelos seus olhos, enquanto  história da própria cidade onde mora – Juiz de Fora.

Ana Hatherly, poetisa, romancista e artista plástica, afirmou certa vez que “memória é esta claridade fictícia das sobreposições que se anulam. Uma espécie de mapa das interpretações – dos sentimentos. Do sentir ao sentido, do sentido ao significado.” Assim sendo, escrever é sempre um ato de resignificar episódios, lembranças, desejos, aspirações, a própria história, a vida.  Portanto, o que é mais bonito perceber neste livro de Angelina Nardy, é que este seu voo, é repleto da potência criativa que norteia o sentido mais profundo de viver.  Ela esteve presente o tempo todo, experimentou e  saboreou cada momento único e o guardou  para nós com desvelo e carinho.

Sinto-me muito honrada por fazer parte deste livro como editora e prefaciadora, pela beleza e relevância de seu conteúdo, pela bela imagem da capa de autoria do Gerson Guedes, que veio para reforçar a nobreza do trabalho.  E não poderia ser diferente, pelo enorme apreço e admiração que devoto a autora, nossa ilustre educadora,  escritora, poetisa, acadêmica da Academia Juizforana de Letras e da Academia de Letras da Manchester Mineira.

Para ela, então, parafraseando a poetisa mineira Adélia Prado, me resta dizer:  a memória ama…  Angelina Nardy é puro amor!

Maria Helena Sleutjes

FOTOS DO LANÇAMENTO NO DIA 04/08/2018 NO CONSTANTINO  HOTEL E EVENTOS

1534420575925439109

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1534420560302670420

 

 

 

 

 

 

 

 

 

15344204381920044030

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

15344205931255240518

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

39151757_1790831624349260_7092474332781215744_n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

1534420451583561478

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

================================================================================================

O VIGÉSIMO OITAVO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Lacerda, Maria Aparecida Rezende.   Fragmentos da alma: poemas.    Juiz de Fora: Gryphon, 2018

M.Aparecida

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fragmentos da alma  é um recorte delicado do sentir de Maria Aparecida Rezende Lacerda  que nos permite caminhar com ela sobre a relva macia e o solo agreste do viver. Também nos permite voar pois sua  poesia é um bater de asas para um voo que não finda.  Com o olhar repleto de lirismo,  ela vai conduzindo sua alma e o leitor para novos rumos, profundos e inusitados:  “Leva-me vento…onde se encontram os mistérios. Onde se guardam os enigmas. Onde se alcança o insondável. Onde se faz neblina.”   E é assim , neste livro, permeado de emoções fortes e imagens sedutoras, que Maria Aparecida vai apanhando seus pedaços: “ Fui moldada no abstrato. Minha essência é a brisa. Minha seiva é a chuva. Minha casa, o infinito” e nos convida a ir com ela para compor este grande mosaico de cor e luz.

Maria Helena  Sleutjes

 

39535766_1843297115706833_709735975500120064_n

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

eu e size 104

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

================================================================================================

O VIGÉSIMO NONO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Regina, Telma.    Vivências poéticas.    Juiz de Fora: Gryphon, 2018.

final - VIVENCIAS POETICAS_CAPA_aberta_orelha mais clara (1)

 

 

 

 

 

 

Apresentação

Este livro é um passeio por um largo período de minha vida em que borbulhavam as inquietações pessoais, sociais e políticas. E é por meio destas “Vivências poéticas” que vivi devaneios, liberei emoçoes e fiz a catarse e, hoje, compartilho com você.

A   autora

===============================================

O TRIGÉSIMO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Mendonça, Suzana Maria de Paula.   Sítio Caracol: aplicação das técnicas de Milton H. Erickson para descobrir potenciais e exercitá-los.       Juiz de Fora: Gryphon, 2018.

capa 3d suzana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Prefácio

existe uma cidade no Brasil chamada Bom Jardim de Minas. Ela é de verdade. Nessa cidade existe um sítio chamado Sítio Caracol. O sítio também é de verdade. No sítio existem vacas, bois, porcos, papagaios e outros animais. Existe também uma eguinha chamada Fusaca. Ela é de verdade.

Apenas um detalhe: todos os animais pensam e falam. E conversam entre si. Até conversam com gente. As coisas que eles falam são da mais alta importância. Importância para todos, pequenos e grandes.

Só quem vive no Sítio pode dizer o quanto se aprende. Só quem vive no Sítio percebe o próprio crescimento e o crescimento dos outros. Crescer é mudar, transformar, tornar-se capaz de uma boa convivência com todos. Isso tudo é um verdadeiro milagre.

Um animal que morou no Sítio resolveu contar o que viu e aprendeu. E quem lê a história do Sítio vai aprendendo com a eguinha Fusaca. Todos aprendem. Todos podem aprender. É assim o Sítio Carac                                                    

                                         José Augusto de Paula Mendonça

Psicólogo clínico; professor universitário                                                       internacional; autor de vários livros na                                                           abordagem Ericksoniana.

 

Suzana – foto reduzida Complementos do livro da SUZANA 153e7db2-580b-4e8e-a276-d409d245a80c 904d64e4-ae64-448e-bdbe-da93edf8ca36

 

capa 3d suzana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

===============================================

O TRIGÉSIMO PRIMEIRO LIVRO DA GRYPHON EDIÇÕES

Rossi, Rosangela.    Deus joga ou não joga dados: cartas existenciais.    Juiz de Fora: Gryphon, 2018.

Capa 3d rosangela

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

download

O carteiro toca a campainha, entrega a carta. O envelope azul, os selos com estampas exóticas. Veio de longe — um oceano inteiro entre o remente e o destinatário. De Barcelona, Florença, Paris, de uma estação de esqui nos Alpes suíços ou de uma exótica cidade do Marrocos… A carta chegou! Cumpriu-se um desejo. Agora, ao abri-la, o destinatário fará a viagem de volta, retornará, pelas páginas manuscritas, à paisagem de beleza inefável, que as letras delicadas procuram converter numa pintura admirável.

Por alguns saborosos momentos, a escrita inebria o pensamento, faz do leitor o viajante privilegiado que não precisou levantar-se de sua confortável poltrona para sentir a magia que envolve as coisas belas: a obra do artista, a obra da natureza.

A escritora Rosângela Rossi nos brinda, neste livro, com uma coletânea de cartas escritas aos amigos para celebrar não apenas a beleza dos lugares por onde passou, mas também para nos envolver na profunda reflexão filosófica que empreende ao dirigir-se ao amigo a quem escreve e que, mesmo em outro hemisfério, se vê convocado para o diálogo que perfaz os temas relevantes da existência humana.

Ler este livro é visitar terras distantes, participar desse diálogo, compartilhar inquietações, interrogações e reflexões que todos, cada um a seu modo, tecemos como um tapete, invisível aos olhos, mas percebido como o grande enigma do ser humano, tapete mágico que nos conduz aos confins do infinito.

 

Luiz Almeida

escritor

================================================